Nossa meta inicial era ficar 2 dias em Luxor. Pedimos para o pessoal do hotel ligar para o escritório da Egyptair para reservar nossas passagens para Sharm el Sheikh. Péssima notícia! Ou compraríamos a passagem para o dia seguinte (só restavam alguns lugares na classe executiva) ou teríamos que ficar mais 2 dias na cidade. Optamos pela primeira alternativa e conseguimos um tour privativo pela cidade por um bom preço. O dono do táxi que tinha nos levado até o hotel já tinha oferecido o serviço, porém não gostamos dele e conseguimos diretamente no hotel e por um preço mais interessante. Esperamos um pouco no saguão e de repente: surpresa!!! O responsável pelo nosso passeio era o mesmo cidadão! Fomos direto à Egyptair para comprar as passagens. Os preços pela classe executiva foram menores que os da econômica no site e com antecedência. Se alguém quiser arriscar...
Passaríamos o dia entre o Vale dos Reis, templo de Hatshepsut, templo de Karnak e templo de Luxor. Teríamos uma van à nossa disposição e uma guia com inglês fluente, a Gheda (grafia por minha conta e risco). Primeira parada: Vale dos Reis. Teríamos a oportunidade de ver 3 tumbas em melhores condições de preservação. Único inconveniente: não é permitida a entrada de máquinas fotográficas. A tumba de Tutankhamon pode ser visitada, mas deve-se pagar uma outra entrada exclusiva para isto. A Gheda nos disse que o estado de preservação não é dos melhores e as coisas mais interessantes já tínhamos visto no Museu do Cairo. Visitamos uma bem pequena, outra bem profunda e a última muito grande e bem preservada. Uma pequena explicação antecipada nos ajudou a entender algumas das gravuras. O Rodrigo ficou encantado com o Deus da fertilidade... Água, protetor solar e óculos de sol são essenciais. O calor é terrível e estávamos em época de clima mais ameno.
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domingo, 18 de dezembro de 2011
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Egito - último dia no Cairo
Último dia no Cairo. Seria um dia bem cheio até nossa partida para Luxor. Após o café da manhã, Mohamed já nos esperava para iniciarmos o passeio. Fim de feriado e começamos a conhecer um pouco da verdadeira rotina da cidade. Trânsito de enlouquecer qualquer um.
Nossa primeira visita foi ao Museu do Cairo. Não é permitida a entrada com câmeras fotográficas no museu. Para quem não quiser deixar no hotel, existe um guarda coisas no local. Como não somos grandes adoradores de museus, fizemos a previsão de aproximadamente 2 horas de visita. Existe uma quantidade de história inestimável lá dentro, porém a forma como é guardada é de dar arrepios! Vidros quebrados, empoeirados, sem qualquer classificação ou explicação. É assim que a imensa maioria dos objetos se encontram. Os únicos artigos que trazem um pouco de grandiosidade são os encontrados na tumba de Tutankhamon, como a máscara de ouro que ocupa um lugar de destaque em uma sala climatizada. Não foi um grande faraó, porém ganhou fama por ter reinado durante sua adolescência e por sua tumba ter sido descoberta quase que completamente intacta. Alguns fatos estranhos e a morte de alguns dos participantes da expedição geraram a tão falada "Maldição do Faraó" após a abertura de sua câmara funerária.
O museu é grande e rico em história. O importante é tentar não enxergar o presente de como as coisas estão e tentar entender a grandiosidade de um passado tão distante...
Nossa primeira visita foi ao Museu do Cairo. Não é permitida a entrada com câmeras fotográficas no museu. Para quem não quiser deixar no hotel, existe um guarda coisas no local. Como não somos grandes adoradores de museus, fizemos a previsão de aproximadamente 2 horas de visita. Existe uma quantidade de história inestimável lá dentro, porém a forma como é guardada é de dar arrepios! Vidros quebrados, empoeirados, sem qualquer classificação ou explicação. É assim que a imensa maioria dos objetos se encontram. Os únicos artigos que trazem um pouco de grandiosidade são os encontrados na tumba de Tutankhamon, como a máscara de ouro que ocupa um lugar de destaque em uma sala climatizada. Não foi um grande faraó, porém ganhou fama por ter reinado durante sua adolescência e por sua tumba ter sido descoberta quase que completamente intacta. Alguns fatos estranhos e a morte de alguns dos participantes da expedição geraram a tão falada "Maldição do Faraó" após a abertura de sua câmara funerária.
O museu é grande e rico em história. O importante é tentar não enxergar o presente de como as coisas estão e tentar entender a grandiosidade de um passado tão distante...
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